xavier veilhan
studio venezia, 2017
instalação no pavilhão Francês na Biennale de Veneza
variable dimentions

Desde meados dos anos 1980, Xavier Veilhan cria um aclamado conjunto de trabalhos que transita entre escultura, pintura, instalação, performance, vídeo e fotografia. Sua prática se define pelo interesse tanto pelo vocabulário da modernidade (velocidade, movimento, vida urbana etc.) quanto pela estatuária clássica, à  qual ele agregou sua própria reinterpretação contemporânea. Seu trabalho é uma homenagem às invenções e aos inventores de nosso tempo por meio de uma linguagem artística que mistura os códigos da indústria e da arte. Veilham agencia uma variedade de técnicas e materiais para produzir retratos tridimensionais e paisagens, bestiários e arquiteturas que oscilam entre o familiar e o extraordinário.

 

 

Para o artista, arte é “uma ferramenta visual através da qual devemos olhar para entender nosso passado, presente e futuro”. Suas exposições e intervenções in-situ em cidades, jardins e casas questionam nossa percepção ao criar um envolvente espaço ambulatório no qual a plateia se transforma em participante ativo. Sua estética revela um contínuo de forma, contorno, fixação e dinâmica que convida o espectador a uma nova leitura do espaço e, assim, da criação de um repertório completo de sinais, o teatro da sociedade.

 

 

Xavier Veilhan nasceu em Paris, in 1963, onde vive e trabalha. Exposições e projetos individuais recentes incluem: Romy and the Dogs, no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) (2019), em Lisboa, Portugal; Nuit Studio Venezia, no Musée de la Musique, Cité de la Musique (2018), em Paris, França; Xavier Veilhan, Yuksek, Caterina Barbieri & Carlo Maria, Le Comte, Jonathan Fitoussi - Cine-concert, no Le Lieu Unique (2018), em Nantes, França; Reshaped Reality: 50 years of Hyperrealist Sculpture, no Museo de Bellas Artes de Bilbao (2016), em Bilbao, Espanha; Cedar, no Andrehn-Schiptjenko (2015), em Estocolmo, Suécia. Mostras coletivas recentes incluem:Rêve Électro, no Musée de la Musique, Cité de la Musique (2019), em Paris, França; Calling for a New Renaissance, Joakim & Xavier Veilhan, Villa Aperta 8, na Villa Medici (2018), em Roma, Itália; Suspension – A History of Abstract Hanging Sculpture 1918 – 2018, no Olivier Malingue (2018), em Londres, Reino Unido, e no Palais d’Iéna (2018), em Paris, França (2018); Botticelli Reimagined, no Victoria & Albert Museum (2016), em Londres, Reino Unido; 57th Venice Biennale, Veneza, Itália (2017). Suas obras fazem parte das coleções do: Fondation Ilju, Seoul, Coréia do Sul; Israel Museum, Jerusalem, Israel; Musée National d’Art Moderne, Centre Pompidou, Paris, França, e New National Museum of Qatar, Doha, Quatar; entre outros.

 

 

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