Biografia

Desde meados dos anos 1980, Xavier Veilhan cria um aclamado conjunto de trabalhos que transita entre escultura, pintura, instalação, performance, vídeo e fotografia. Sua prática se define pelo interesse tanto pelo vocabulário da modernidade (velocidade, movimento, vida urbana etc.) quanto pela estatuária clássica, à  qual ele agregou sua própria reinterpretação contemporânea. Seu trabalho é uma homenagem às invenções e aos inventores de nosso tempo por meio de uma linguagem artística que mistura os códigos da indústria e da arte. Veilham agencia uma variedade de técnicas e materiais para produzir retratos tridimensionais e paisagens, bestiários e arquiteturas que oscilam entre o familiar e o extraordinário.

 

 

Para o artista, arte é “uma ferramenta visual através da qual devemos olhar para entender nosso passado, presente e futuro”. Suas exposições e intervenções in-situ em cidades, jardins e casas questionam nossa percepção ao criar um envolvente espaço ambulatório no qual a plateia se transforma em participante ativo. Sua estética revela um contínuo de forma, contorno, fixação e dinâmica que convida o espectador a uma nova leitura do espaço e, assim, da criação de um repertório completo de sinais, o teatro da sociedade.

 

 

Xavier Veilhan nasceu em Paris, in 1963, onde vive e trabalha. Exposições e projetos individuais recentes incluem: Romy and the Dogs, no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia (MAAT) (2019), em Lisboa, Portugal; Nuit Studio Venezia, no Musée de la Musique, Cité de la Musique (2018), em Paris, França; Xavier Veilhan, Yuksek, Caterina Barbieri & Carlo Maria, Le Comte, Jonathan Fitoussi - Cine-concert, no Le Lieu Unique (2018), em Nantes, França; Reshaped Reality: 50 years of Hyperrealist Sculpture, no Museo de Bellas Artes de Bilbao (2016), em Bilbao, Espanha; Cedar, no Andrehn-Schiptjenko (2015), em Estocolmo, Suécia. Mostras coletivas recentes incluem:Rêve Électro, no Musée de la Musique, Cité de la Musique (2019), em Paris, França; Calling for a New Renaissance, Joakim & Xavier Veilhan, Villa Aperta 8, na Villa Medici (2018), em Roma, Itália; Suspension – A History of Abstract Hanging Sculpture 1918 – 2018, no Olivier Malingue (2018), em Londres, Reino Unido, e no Palais d’Iéna (2018), em Paris, França (2018); Botticelli Reimagined, no Victoria & Albert Museum (2016), em Londres, Reino Unido; 57th Venice Biennale, Veneza, Itália (2017). Suas obras fazem parte das coleções do: Fondation Ilju, Seoul, Coréia do Sul; Israel Museum, Jerusalem, Israel; Musée National d’Art Moderne, Centre Pompidou, Paris, França, e New National Museum of Qatar, Doha, Quatar; entre outros.

 

 

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