<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>flautista (7.918 frames)</em>, 2013</div><div class="medium">vídeo projeção, p&b, com som</div><div class="dimensions">4’24”</div>
<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>jerk off (dízima periódica)</em>, 2011</div><div class="medium">9 vídeos e 9 monitores customizados</div>
<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>projeto chernobyl</em>, 2010</div><div class="medium">positiva de negativos radiográficos</div><div class="dimensions">30 x 40 cm</div>
<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>99,9... metros rasos (dízima periódica)</em>, 2008 / 2011</div><div class="medium">vídeo</div><div class="dimensions">0’56”</div>
<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>sem título (imagens documentais do projeto chernobyl) / berlin-moskau express, polônia</em>, 2007 / 2014</div><div class="medium">impressão digital sobre papel fotográfico</div><div class="dimensions">30 x 40 cm (cada)</div>
<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>14 horas, 54 minutos, 59,9… segundos (dízima periódica)</em>, 2006 / 2007</div><div class="medium">vídeo e monitor 29”</div><div class="dimensions">0’31”</div>
<div class="artist"><strong>alice miceli</strong></div><div class="title_and_year"><em>88 from 14.000</em>, 2005</div><div class="medium">vídeo</div><div class="dimensions">0’56”</div>
alice miceli
flautista (7.918 frames), 2013
vídeo projeção, p&b, com som
4’24”
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Alice Miceli parte de viagens investigativas e pesquisas históricas para mapear as manifestações virtuais, físicas e culturais dos traumatismos infligidos nas paisagens sociais e naturais. Ao criar documentos fotográficos alternativos sobre questões sociopolíticas extremas, a artista tem explorado locais como a Prisão S21 no Camboja e a Zona de Exclusão de Chernobyl. Sua pesquisa atual concentra-se em uma série contínua de áreas pós-conflito, onde as minas terrestres desempenham um papel invisível, mas determinante. Seu objetivo é abordar visualmente as consequências espaciais causadas por minas terrestres e outros restos explosivos de guerra em diversos contextos nas áreas mais afetadas do mundo.

 

Alice Miceli (Rio de Janeiro, Brasil, 1980) vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil. Suas obras têm sido amplamente exibidas em locais que incluem a Bienal de São Paulo, a Galeria Nara Roesler (São Paulo) e a Max Protetch Gallery (Nova York). Suas maiores participações incluem o Japan Media Arts Festival (Tóquio), o festival TRANSITIO_MX (Cidade do México), o transmediale Festival (Berlim) e o ZKM Center (Karlsruhe), entre outros. Recebeu diversas bolsas de residência, como MacDowell, Bogliasco, Bemis, Djerassi e Dora Maar House, e prêmios, como Prêmio PIPA (Rio de Janeiro) e Cisneros-Fontanals Grants and Commissions Award (Miami).