josé patrício  afinidades cromáticas xiv, 2013  botões sobre tela sobre madeira  155 x 160 cm
josé patrício  afinidades cromáticas viii, 2012  botões sobre tela sobre madeira  155 x 160 cm
josé patrício  afinidades cromáticas x, 2012  botões sobre tela sobre madeira  155 x 160 cm
josé patrício  sequências cromáticas , 2011  canetas de plástico colorido sobre madeira  200 x 200 cm
josé patrício  15625 recipientes: progressão cromática decrescente, 2010  esmalte sintético sobre peças de plastico sobre madeira  180 x 180 cm
josé patrício  progressão cromática iii, 2013  3.136 peças de dominó de resina sobre madeira  86 x 170 cm
josé patrício  multiplos-vanitas , 2013  peças de quebra-cabeças de plástico sobre madeira  179 x 179 cm
josé patrício  conjuntos em progressão decrescente, 2011  esmalte sobre peças de quebra-cabeças sobre madeira  180 x 180 cm
josé patrício  46.872 pregos decrescente , 2008  esmalte sintético sobre prego sobre madeira  200 x 200 cm
josé patrício  permutas cromáticas i, 2007  esmalte sobre peças de plástico e pregos de metal sobre madeira  148 x 148 cm
josé patrício  expansão múltipla, 2008
josé patrício  expansão múltipla, 2008  vista da instalação, pinacoteca do estado de são paulo  dimensões variáveis
josé patrício  jogo cor, 2005
josé patrício
afinidades cromáticas xiv, 2013
botões sobre tela sobre madeira
155 x 160 cm

O trabalho de José Patrício é fundamentado em combinações numéricas lógicas que criam uma experiência visual. Ele é mais conhecido pelas suas instalações de chão da série Ars combinatoria (1999), composta por milhares de peças de jogo de dominó. Quando vistas de longe, o desenho assume uma aparência quase de pintura ou tonal, que contrasta com o grafismo de cada peça.

 

Empregando materiais diversos, tais como dados, botões e pregos, o artista remove o uso tradicional desses materiais e os reorganiza em uma nova ordem que resulta em composições formais inusitadas. Influenciado pelos movimentos artísticos geométrico e concreto brasileiros (anunciados por Almir Mavignier), seus trabalhos enfatizam a relação frágil entre ordem e sua possível dissolução, sugerindo que mesmo a mais rígida das fórmulas matemáticas tem o potencial de conter sua própria expressividade. 

 

José Patrício nasceu em 1960, no Recife, onde vive e trabalha. Participou de bienais como a 22ª Bienal de São Paulo (1994) e a 3ª Bienal de Artes Visuais do Mercosul, em Porto Alegre (2001), ambas no Brasil; e a 8ª Bienal de Havana, Cuba (2003). Suas obras fazem parte de coleções como a da Fondation Cartier pour L'Art Contemporain, Paris, França; Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, Recife, Brasil; Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil; Museu de Arte Moderna da Bahia, Salvador, Brasil; Itaú Cultural, São Paulo, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; e Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro / Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro, Brasil.

Exposições