laura vinci
Folhas Avulsas, 2018
cast gold-plated brass
variable dimensions
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Laura Vinci é conhecida por sua produção em escultura e instalação de grande porte baseada na pesquisa contínua sobre as relações entre corpo, espaço e efemeridade, o que também está presente em seu trabalho como diretora de arte no teatro. A artista entende o espaço como um organismo complexo, mediador das relações entre os diversos corpos que o compõem, e suscetível à constante passagem do tempo. Neste sentido, suas propostas buscam investigar os processos de movimento ou alteração da matéria, evidenciando a transitoriedade dos elementos que ocupam determinado local e estimulando o público a ter novas percepções sobre o ambiente ao seu redor.

 

Iniciou sua carreira em meados da década de 1980, abordando as relações existentes entre corpo e espaço por meio, primeiro, da pintura e, logo em seguida, da escultura. O interesse pelas mudanças de estado da matéria aparece em sua poética a partir de sua participação do projeto Arte/Cidade III (1997), em São Paulo, no qual apresentou sua grande intervenção conhecida como “ampulheta”. O momento coincide também com o início de sua participação no teatro, colaborando com projetos de cenografia e figurino no reconhecido Teatro Oficina (São Paulo). Atualmente, é colaboradora da mundana companhia, assinando a direção de arte.

 

Nascida  em São Paulo, Brasil, 1962, onde vive e trabalha. Formou-se em Educação Artística pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) em 1987 e concluiu o mestrado em Artes Plásticas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) em 2000. Vinci vem realizando importantes projetos site-specific em espaços públicos e privados no Brasil e ao redor do mundo, dentre os quais se destacam: Diurna, Farol Santander, São Paulo, Brasil (2018), Morro Mundo, Espaço Cultural Porto Seguro (ECPS), São Paulo, Brasil (2017); Untitled (from the series Papéis Avulsos), Art Center/South Florida, Miami, EUA (2014); Lux e No ar, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, Portugal (2010); Clara-Clara, Laneway Commissions, Melbourne, Austrália (2006-07); Máquina do Mundo, Palazzo delle Papesse, Siena, Itália (2004); e Estados, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), São Paulo, Brasil (2002). Participou de diversas bienais, como: 13ª Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance, Praga, República Checa (2015), na qual foi uma das representantes do Brasil; 10ª Bienal Internacional de Cuenca, Cuenca, Equador (2009); 2ª, 5ª e 7ª edições da Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (1999, 2005 e 2009); e 26ª Bienal Internacional de São Paulo, Brasil (2004). Passou também pelo programa de residência The South Project, RMIT University, Melbourne, Austrália (2005). Possui obras em importantes coleções institucionais, como: Instituto Inhotim de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), São Paulo, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; e Palazzo delle Papesse, Siena, Itália.

 

Iniciou sua carreira em meados da década de 1980, abordando as relações existentes entre corpo e espaço por meio, primeiro, da pintura e, logo em seguida, da escultura. O interesse pelas mudanças de estado da matéria aparece em sua poética a partir de sua participação do projeto Arte/Cidade III (1997), em São Paulo, no qual apresentou sua grande intervenção conhecida como “ampulheta”. O momento coincide também com o início de sua participação no teatro, colaborando com projetos de cenografia e figurino no reconhecido Teatro Oficina (São Paulo). Atualmente, é colaboradora da mundana companhia, assinando a direção de arte.

 

Laura Vinci vem realizando importantes projetos site-specific em espaços públicos e privados no Brasil e ao redor do mundo, dentre os quais se destacam: Diurna, Farol Santander, São Paulo, Brasil (2018), Morro Mundo, Espaço Cultural Porto Seguro (ECPS), São Paulo, Brasil (2017); Untitled (from the series Papéis Avulsos), Art Center/South Florida, Miami, EUA (2014); Lux e No ar, Carpe Diem Arte e Pesquisa, Lisboa, Portugal (2010); Clara-Clara, Laneway Commissions, Melbourne, Austrália (2006-07); Máquina do Mundo, Palazzo delle Papesse, Siena, Itália (2004); e Estados, Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Rio de Janeiro, Brasil (2002). Participou de diversas bienais, como: 13ª Quadrienal de Praga: Espaço e Design da Performance, Praga, República Checa (2015), na qual foi uma das representantes do Brasil; 10ª Bienal Internacional de Cuenca, Cuenca, Equador (2009); 2ª, 5ª e 7ª edições da Bienal do Mercosul, Porto Alegre, Brasil (1999, 2005 e 2009); e 26ª Bienal Internacional de São Paulo, Brasil (2004). Passou também pelo programa de residência The South Project, RMIT University, Melbourne, Austrália (2005). Possui obras em importantes coleções institucionais, como: Instituto Inhotim de Arte Contemporânea, Brumadinho, Brasil; Museu de Arte Moderna de São Paulo (MAM-SP), São Paulo, Brasil; Pinacoteca do Estado de São Paulo, São Paulo, Brasil; e Palazzo delle Papesse, Siena, Itália. 

Press

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    Ann Binlot, Forbes 31.7.2018
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    felipe scovino, artforum 1.5.2018
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    isabella menon, folha de são paulo 27.2.2018